Arquivado em: nanowrimo09
Olá.
É só mesmo para avisar a colectividade de que o NaNo vai optimamente bem, mas não tenho actualizado aqui porque o tenho feito no fórum. Also, a minha barrinha ali ao lado recusa-se a avançar cada vez que a actualizo, mas não é relevante. Estes 26k já ninguém me tira.
Mais coisas, mais coisas…
Ah! Agora sou uma escritora a sério! Tipo, o meu extaordinário curso permitiu-se aceder a um conhecimento milenar de grande importância com potencial para mudar a minha vida e a do resto do mundo.
Bastam 30 dias para criar um hábito, e isto é psicologia. Novembro tem 30 dias. Fazendo o NaNo em condições, são 1667 palavras todos os dias. Durante 30 dias. Hábito criado!
É o que tenho feito. Nem que sejam só 500 palavras, como foi o caso de ontem, recuso-me a ir dormir sem escrever. Tem resultado. Tão bem, que vou terminar o NaNoWrimo e saltar de cabeça no NaNoFiMo. Mas não com Parabates/Castles Of Cards, e sim com Point Ivybrook. Já passou um ano. Já marinei o suficiente. Vou escrever mais 30k de Dehisce, Deicide, Gallach e Deväen, e depois vou editar.
Vamos ver se também consigo dar umas voltinhas a Blue Velvet já que estou nisto. Ando cheia de ideias, e mesmo que o potencial de publicação seja nulo – ninguém quer saber da vida sexual de um menor toxicodependente gay -, escrever por escrever nunca fez mal a ninguém.
Depois, mais uma ideia brilhante. Chama-se Monstro. Inspirada no vídeo Bad Romance da Lady Gaga. Eu sei que soa estúpido, mas é perfeito, juro.
Agora, feliz 2ª Metade do NaNo!
Arquivado em: nanowrimo09

Fotografia de Alli Jiang, no Flickr.
Uh-huh, uh-huh, uh-huh, 10211, now suck it up.
Gostava de saber a quem estou a dirigir isto, mas nah, é mais giro assim. Estou histérica porque escrevi 1718 palavras e fluíram tão bem, mas tão bem, mas tão bem… que afinal até gosto da minha história!
Mas há-de ser sol de pouca dura, portanto fiquem com este excerto enquanto estou bem disposta.
Lene puxou da sua Glock num movimento fluido, apontou-a a Xander com apenas uma mão, a arma prateada, com o brilho de prata ou esmalte velho, a reflectir o sol amarelado ou alaranjado de forma capaz de cegar.
_Retira o que disseste, estupor.
A rapariga morena sorriu, levando a mão ao punho da sua katana. Abriu a boca, mas da sua boca não saiu qualquer som.
Era muda, apercebeu-se Lene, apenas quando Xander a olhou de lado como se compreendesse o que ela havia dito.
Depois, focou o olhar novamente em Lene, como se não se tivesse apercebido da presença dela até aí.
_Oh, não sabias, Lene? Vocês não são os únicos a trabalhar em próxima cumplicidade com habitantes vindos do outro lado.
Do Inferno, diz antes vindos do Inferno.
_Um de nós, um deles. É essa a regra dos Raiders, pensei que sabias. _estendeu o braço do lado da rapariga morena de cabelos compridos, que, agora que Lene olhava com mais atenção, tinha a compleição tipicamente porcelana de uma geisha, o mesmo olhar alongado de pálpebras esticadas, o mesmo olhar do mais puro negrume asiático. E os lábios pintados de vermelho em forma de coração.
Onde é que ela conseguira encontrar baton em tempos negros como aqueles, era um mistério.
Xander moveu levemente a sua mão, um movimento suave e quase imperceptível das pontas dos dedos a ondular levemente em frente à morena, a que ela baixou o olhar para a mão dele, depois ergueu-o novamente para os seus olhos, onde se entreolharam. Ela largou a katana com uma lentidão deliberada, juntou as mãos de dedos entrelaçados sob as mangas do kimono que tombaram qual cascata de seda para lhas tapar.
_Esta é a Suki. Uma succubi, suponho que saibas a que me refiro. _afastou o cabelo rebelde dos olhos, revelando a totalidade dos oito piercings pela sua fina cana do nariz abaixo, sinal inequívoco da indiferença à dor indispensável à sua ocupação enquanto Raider. _Não fala. E também não gosta de concorrência feminina.
E já que estou numa de partilha… curtam-me esta beleza, filmada no dia 25 de Novembro de 2008, portanto, durante o NaNo ‘08!
E bem, seria porreiro sentir-me totes mais madura do que há um ano atrás, mas vendo isto, hell, é 100% Present Rafa Behavior… portanto, sim, pois, acho que sou um rochedo inamovível na escala de maturação.
ZOMFGFUCKYEAH!
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Bah, cheguei a um daqueles momentos em que a história bloqueou de tal forma que só posso mesmo procrastinar e mudar de POV.
Ah, e procrastinar um pouco mais, claro.
Quem discorda, que se acuse.
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Fotografia de Pit Van Meeffe, no Flickr.
Vamos fingir que… bem, que não tenho andado a ignorar basicamente tudo à minha volta, menos o NaNo. Ou seja, faculdade, passeios no Via, mais faculdade, casa, chic chat com a Marie Cherie, NaNo, jantar, post sobre o NaNo, estudo se me der na gana, cama.
Now rinse and repeat!
Não interessa. 5326 palavras e o Skye é mesmo um vampiro. Que treta. Da mesma forma, tive uma epifania a meio da noite e descobri que a minha história, que agora se chama Castles Of Cards, não estaria completa sem os sete pecados capitais. Portanto toca a investigar e a incorporar. Já temos vampiros, o apocalipse, pecados mortais, caçadeiras e shotguns galore, shmexo, os túneis do metro e… bem, e chega, para três dias. Ah, e também já temos antagonistas! Go me!
Também temos um padrão, porque me apercebi que este NaNo segue o mesmíssimo raciocínio do NaNo do ano passado. Poucas personagens, e todas freaky. Um universo distorcido, diferente do dito “normal”. Normas e valores completa e irremediavelmente inexistentes. Pouca movimentação espacial, e ainda menos duração temporal.
Senhora e senhores, vou escrever uma trilogia totalmente irrelacionada e chamar-lhe Distópicos Quartos Fechados. Agora tirem as vossa conclusões, porque eu ainda tenho de trabalhar para Ciências do Comportamento Desviante.
Arquivado em: nanowrimo09

Fotografia de Brother O’Mara, no Flickr.
Good news: a cena está a rolar, o Skye e a Lene arranjaram três amigos novos (leia-se, o Jason, o Lyle, e a Momoko), levaram-me à casa deles em Shibuya e… bem, tiveram uma noite em grande. Na manhã seguinte, a Lene apercebeu-se, e eu com ela, de que estávamos em 2185, num pós-guerra nuclear em que metade da população mundial morrera à fome e a outra metade se divertia a fazer tiro ao alvo no parceiro mais próximo.
Daqui a nada, vamos trepar outra vez para as motas, com as Ak-47’s e ver o que nos espera nos antigos túneis do metro.
Bad news: a Lene abriu a cortina e o Skye atirou-se para fora da cama e cobriu-se com os lençóis. Como se não fosse suficientemente estranho, agora sai sempre de capacete e luvas, e de casaco fechado até ao queixo. Recusa-se a comer com as pessoas normais e… bem, é só mesmo isso, ainda não deu para nos conhecermos melhor em 3456 palavras. Mas se a Bella Swan percebeu, eu também percebo, e portanto, senhoras e senhores… acho que tenho um vampiro infiltrado, fuckdamnit.
Agora, o que é que um vamp está a fazer num Japão pós-apocalíptico, vestido de cabedal da cabeça aos pés, emparelhado e a viver com uma miúda que sabe o que ele é e se refere a tal como “a sua herança”?
Fala comigo, Skye, por favor, FALA COMIGO! Vamos ser amigos! Juro que não te vou atirar água benta já no próximo k, juro! Nem te vou obrigar a usar um crucifixo!
Mas espera… podia! *lâmpada*
Agora toca na Lene e prometo que aterras num armazém de estacas.
E por falar em estacas e em perfurações pouco próprias do corpo humano causadas por acessos de raiva e violência… há gente que já acabou o NaNo! Holy shit, não têm mais nada que fazer da vossa vida? Por amor dos deuses, isso é gozar com a situação. Vão mas é produzir escrita em série, ou assim.
/ressabiamento
Arquivado em: nanowrimo09

Fotografia de tetsu-k., no Flickr.
Eu devia saber.
Devia saber que ler Cassandra Clare antes e durante o NaNo me ia dar problemas.
Passo a explicar.
Comecei à meia-noite e dois minutos com um copo de água e um iogurte de ananás. Nada auspicioso. Abri o Q10 e olhei para ele em awe, à espera de inspiração que justificasse ouvir aquele adorável som de teclas de máquina de escrever.
Meia-noite e seis, a inspiração não estava onde a conseguisse sequer vir.
Toca a olhar para o vazio à frente da secretária e imaginar o Neji-Lee Jonas sentado na sua cadeira rotativa a roer um fim solto no joelho dos jeans, ou assim. “O que é que nunca escrevemos, Nej?”
“Uma rapariga de quem gostemos mesmo, mesmo muito.”
Penso em rapariga MC e penso em Mary-Sue, é quase mais forte do que eu. Mas não interessa. Tentei dar a volta. Imaginei um par de creepers de cabedal branco e leopardo a caminhar seguramente sobre asfalto deserto numa noite escura e quente, com florzinhas rosa claro a esvoaçar ao sabor da brisa. Subi um pouco a minha câmara literária e vi que a minha rapariga usava pouco mais do que uma camisa de homem branca e uma AK47.
Apontou-a ao horizonte e disparou.
Segundos depois, ouve-se algo parecido com um rugido e um grupo de motards exclusivamente vestidos de preto – em motas pretas, TA-DAH! – passa por ela a uma velocidade ridícula. Um deles pára, mesmo ao lado dela, num convite para o acompanhar. Conseguimos ver pontas de cabelo vermelho-sangue sob o seu capacete.
Ele é o Skye, ela é a Lene.
Têm M.V.P. tatuado nos nós dos dedos e formam uma dupla imbatível*.
São perseguidos pela polícia nas suas excursões nocturnas, e observados de perto por um tipo de óculos Buddy Holly e Canon do tamanho de um tijolo.
Agora o quê, quem, porquê, quando, onde e tudo o resto… bem, tenho mais 29 dias para descobrir.
All hail NaNoWriMo!
—
* E ora aí está, uma dupla imbatível. Dois guerreiros perfeitamente sincronizados que dariam a vida um pelo outro. A Cassandra tinha disso no seu livro, e chamou-lhes parabatai. Eu gostei tanto da palavra que fui investigar. Significado bíblico, originalmente grego, que dizer não parceiros, não guerreiros, mas transgressores. Invasores. Acabo de ganhar um plot e um título. Obrigada, Cassandra Clare!
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Fotografia de fabuchan, no Flickr.
Acabo de ter a ideia mais… extravagante de sempre.
Possivelmente, a mais estúpida também.
—
Então era nisto que ficavam.
Peter Atwood encolheu-se no seu assento, puxando a si a pasta de rascunhos, longe dos olhares indiscretos e corporativos que o fuzilavam, ali mesmo, num metro excessivamente aquecido, excessivamente embaciado, excessivamente populado.
Como tudo em Tóquio, apercebia-se agora.
Um rapaz loiro, completamente trajado de preto, esmagou-lhe o pé sob o sua bota militar e continuou o seu percurso à cotovelada pela multidão dentro da carruagem, murmurando rápidos “gomen”’s à medida que avançava.
Deu por si a estender o pescoço para o seguir. Fascinante. Loiro, de botas militares, hmm… delicado à sua maneira.
Estranhamente semelhante à Nikolai Vyacheslav antes da queda. Antes de Angel lhe reduzir a cara a uma massa disforme de pus e crostas e…
Torceu o nariz.
Imagens de tal sordidez num ambiente de tal forma saturado eram a última coisa de que precisava. Isto, se quisesse manter o pequeno-almoço no estômago.
Cerca de dois minutos depois, abandonou a linha verde em Harajuku, com esperança de que a visão do inferno de algumas lolitas ajudasse à sua boa disposição.
Mas continuava a vê-los. Em todo o lado.
À esquerda, o rapaz sentado na esplanada, de cabelo digitalmente liso, oculto atrás de um jornal, podia ser Kyros. A empregada de mesa de cabelos cor-de-mel, sorriso contagiante e cauteloso era a cara chapada de Chloe.
Da sua Chloe.
A miúda que quase o atropelou num descapotável vermelho vivo tinha todo o aspecto de uma Angel furiosa.
Desistiu.
Agarrou a pasta pela asa plástica e atirou-a para a estrada, viu-a ser esmagada e retorcida sob a roda impiedosa de um camião de descargas. O condutor pareceu sorrir sob o cabelo preto, cortado de forma desnivelada à altura do queixo.
Danyael.
E Peter deu por si a recuar, a embater com as omoplatas numa fachada de betão e a deixar-se escorregar até às lajes do passeio como uma marioneta desengonçada.
Então era nisto que ficavam.
Estava obcecado pela sua própria história.
—
Portanto é só mesmo para avisar que este Peter é o mesmo Peter referido e descrito neste post como “o nerd“, agora de volta à ribalta para nos falar de como é difícil saber tudo o que vai acontecer… antes de acontecer!
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But I did think it, ho.
Fotografia de circledot, no DeviantArt.
Querido Kyros,
Agradece-me eternamente por ter seguido Criminologia, foi a melhor coisa que alguma vez fiz pela coerência da tua personalidade.
Beijos e abraços nada pedófilos
da sempre às tuas ordens,
Ana Rafaela Blah Blah Blah
O que me lembra que… DAMN! Andava a passear na FNAC de Santa Catarina *estala os dedos à la Pessoal do Andamento* quando vi um livro giríssimo, brilhante e holográfico, chamado “Cidade dos Ossos”. Seguiu-se o ritual do costume. Vira o livro. Lê o resumo. Vê referência a tipo de cabelo azul. Lembra-se do que sofreu ao comprar os Millenium em Português. Vai à senhora do balcão e pergunta se tem em Inglês. Recebe resposta negativa. Pousa livro. Faz mais um bocadinho de browsing. Pega outra vez em livro. Vira o livro. Stephenie Meyer escreveu como comentário “Queridos Eddie e Jacobo, adoro-vos mas vou passar o fds com o Jace”. Pousa livro em absoluto terror. Faz ainda mais um bocadinho de browsing e reecontra – PÂNICO! – “O Grande Livro do Pénis”. Volta à secção e enfia livro debaixo do braço.
Ahem.
Agora imaginem a minha reacção ao chegar a casa e ler – no segundo resumo, sim, pois que raio de livro tem dois resumos? – algo como “Há mil anos, o anjo Raziel misturou o seu sangue com o dos seres humanos, criando uma raça de blah blah o-que-quer-que-tenha-vindo-a-seguir blah”. WTF? Essa é a minha premissa, sucker! Bloody hell! E tudo isto foram referências à existência de… pois, VAMPIROS NO LIVRO! VAMPIROS COM ANJOS! VAMPIROS EM GERAL, QUEL DOMMAGE!
Bah.
Aposto que o Raziel nem é, tipo, UM ANJO A SÉRIO! CERTIFICADO PELA BÍBLIA! *deita língua de fora* ODEIO-TE, CASSANDRA CLARE, ESTA É A MINHA HISTÓRIA!
Mas huh… como dizer isto… a MC chama-se Clary. De uma autora chamada Clare. É uma self-insert, não é? Oh sua grandessíssima filha de uma grandessíssima estúpida vou odiar-te para sempre. Vou ler o teu livro e dizer coisas más sobre ele em toda a Interwebs! VOU PROCESSAR-TE POR PLÁGIO E ESCREVER FANFICTION EM QUE A TUA CLARY É TORTURADA PELO TEU JACE E NÃO VIVEM FELIZES PARA SEMPRE! E vou fingir que não me chamo Rafaela e o meu MC não se chama Raphael.
*respira fundo*
Mas agora não, porque vou comer bolachas de chocolate e estudar Introdução à Criminologia enquanto vejo “Candy Stripers” e festejo o Halloween com não-sei-quantos dias de antecedência só mesmo porque preciso de justificar o facto de ter fantasmas pendurados na janela e velinhas assustadoras espalhadas pela República do Carriçal.
Vemo-nos em Novembro? VEMOS!
E o que é que vocês são pela praxe por mim? CONTRA A CASSANDRA CLARE!
—
Ah, e só mais uma coisinha, só uma mesmo mesmo mesmo. Refiz a página dos Projectos, mas como, de momento, tenho preguiça em fazer uma linkage decente ali ao lado, mas vale avisar aqui.
Arquivado em: outtakes

Só queria mesmo marcar o dia de debut do novo layout. Ignorem-me, não é relevante.
Arquivado em: conversas de café
Olá, colectividade!
Então, já estão fartos de mim? Deviam. Porque estou aqui, hoje e sem exemplo, para vos falar dos meus planos para Novembro.
Ahem.
Comecemos pelo princípio. Fallen precisa de uma sequela. Fallen precisa de uma sequela, e vai ter uma sequela. Está mais ou menos alinhavada, e vai ser a cena mais rebuscadamente freaky desde aquele filme grindhouse japonês da Geisha robot. Vocês sabem, aquele, GEISHA TWANSFOWM! Não interessa. Em traços largos, o Kyros retomará o papel de supervilão, a Angel o de belíssima assistente, o Raphael o de protagonista nada rebelde com causa, e a Chloe o de… empecilho?
Esperem um segundo enquanto fujo da Babs e das pragas que me está a rogar por dizer mal da sua predilecta.
A diferença é que… vamos inserir um terceiro lado, um inimigo comum! Vamos fazer Tag Teams! Vamos obrigar o Raph e o Ky a trabalhar juntos! Vamos mudar a cena para Tóquio!
E vamos tentar não nos entusiasmar demasiado, sim? Porque este plano é moralmente doloroso.
Sim, porque para mim, o NaNo é sentar ao HP depois de um Halloween de arromba e escrever sobre algo sem pés nem cabeça – como um zombie! E por isso, queria voltar a fazê-lo. Eu sei que referi planos para o NaNo para aí em Junho, vocês lembram-se. Mas agora… não sei se funcionariam. Talvez um deles.
Uma ideia muito vaga sobre um caçador-barra-ladrão de sonhos e um circo. Sobre bonecas de porcelana e Chucky’s. Sobre… cabarets!
O que se torna redundante se pensarmos na debaucherie que foi Point Ivybrook. O que se torna interessante se pensarmos nas possibilidades… uma série! Cabaret Macabre!
Pois sim. Estou com HINI, só pode. Ajudem-me, pessoal! Peguem nas balanças literárias e ajudem-me! Fallen? Debaucherie total? Terceira alínea ainda não referida nem imaginada?
—
Ah, e para os membros mais questionáveis do EGDR… Jesus Christ on a bike, o Ky não é gay! Mas podia ser, certo, parece haver uma certa tendência para o emparelhar com o Danny-boo-boo.
*lost in thoughts*
Yum yaoi, já não era sem tempo.
