Filed under: boo!
Dizemos adeus ao WordPress para nos mudarmos para o Blogspot.
Podia dizer toda uma enorme e absurda quantidade de despedidas e palavras bonitas, mas não é um adeus, pois não? Este blog vai continuar aqui, para nos podermos sempre rir das idiotices que nele dissemos, para podermos mergulhar em memórias quando não tivermos mais nada do que fazer…
O que não vai acontecer, porque estamos todos demasiado focados nos nossos livros e afins para procrastinar. É, não é? É, NÃO É?
Ahem, claro.
Senhoras e senhores, e especialmente, EGDR, que me acompanharam até aqui e cujo apoio não quero perder, sigam:
http://fastenyourfiction.blogspot.com/
A festa continua do outro lado!
xx
Filed under: outtakes
Vou acabar com o blog.
OK, NÃO PRONTO, NADA DE PÂNICO, PODEM PARAR!
Tenho duas perguntas.
1. Acham que a última parte de Fallen, com Moscovo e o Nikolai e tudo isso… parece caída do céu?
2. Acham que iam deixar de gostar de mim se o FYF se mudasse para o Blogspot?
Arigato très much nice.
Filed under: outtakes
A Anne Rice diz que sim, e se a Anna Rice diz, é porque deve ser verdade.
E como todos sabem que não gosto especialmente de me meter em confusões, tenho apenas duas opções aqui: acabar Fallen muuuuuuuito depressa para o atirar às editoras antes que a enchente chegue, ou acabar Fallen muuuuuuuito devagar para o atirar às editoras depois de a enchente chegar e partir.
O que pode demorar uns anos.
Portanto. Podia pedir-vos a todos para votar, mas a decisão está tomada.
Mundo literário, preparem-se para os primeiros Nephilim da lietartura portuguesa, porque eles estão a chegar, MWAHAHAHAHA!
Tudo isto para dizer que vou fazer 50-75 horas de edição em Fevereiro. Dê por onde der.
Nem pensem que os meus Mancini vão ser os novos Cullen!
*gulp*
Imaginem as possibilidades. :O
Filed under: The fiction times
Olá, pessoal!
=D
Não esperem um retorno definitivo, porque isso não vai acontecer tão depressa. Na verdade, acho que não vai acontecer até deixar Fallen e começar a escrever outro livro.
Porque sejamos sinceros, não é muito divertido, para mim, escrever todas as sextas- feiras sobre a revisão que fiz, revisão essa que não pode ser quantificada nem revelada na sua totalidade, nem para vocês, ler todas as sextas-feiras sobre a revisão que fiz, revisão essa que não pode ser quantificada nem revelada na sua totalidade, e logo, compreendida por quem está fora do meu extraordinário e sempre empreendedor cérebro.
No entanto, hoje, trago-vos alguns números:
Body count: 6 (3 pelo Kyros, 2 pelo Reid, 1 pelo Raphael)
Aproximamo-nos de 2 para a Angel (1 dos quais não presente na versão inicial lida pelo EGDR!), mais 1 para o Raphael, 1 para o Kyros… não, 2 para o Kyros, e chega Devemos portanto terminar o livro com uma body count total de 11. Não é muito, estamos bem!
A vontade de matar a Chloe, no entanto, tem vindo a diminuir. Coitada da miúda, tem sofrido tanto que até gostava de lhe dar um final feliz…
/OOC
No que toca a mais números, digamos apenas que a versão original será dividida em três partes, ou três sub-livros, respctivamente o I, II e III. WHOA, totalmente inesperado! A primeira parte irá, obviamente, do início ao confronto do Reid com o Kyros, a segunda englobará apenas o flashback para o orfanato, e a terceira todo o arco da Rússia e Nikolai e afins.
Ah, e os meus números preferidos… a versão original de Fallen tinha cerca de 75.00 0 palavras. A versão lida pelo EGDR tinha 73.543, devido a cortes orçamentais… ok, pronto, devido ao corte de um par de cenas que não fazia sentido nenhum e só tinha sido escrita para espantar o writer’s block.
A versão corrente, em que estou a trabalhar tem, assustem-se… 91.133 palavras. A revisão tem sido frutífera, portanto. Cortei imenso da versão original, mas escrever de forma não linear tem surpresas destas. O simples facto de escrever transições entre cenas que antes não as tinham porque não foram escritas seguidas acrescenta uma infinidade de palavras a um livro. É triste, pronto, mas é assim.
Sendo que a parte mais triste é que este aumento exponencial deu-se apenas na revisão das primeiras 23.454 palavras, que agora viraram 41.044 palavras. É quase o dobro, holy hell. Acrescentando às 50.089 que faltam rever da versão original e fazendo uma regra de três simples, essas 50.089 viram 87.655, que somadas às primeiras 41.044 nos dão um manuscrito colossal de 128.699 palavras, o que, se me permitem, É MUITA PALAVRA.
Bem, ao menos são boas palavras. Acho.
Mais números, mais números…
Cenas românticas: 0.
Cenas de sexo: 0.
Declarações ao estilo “amo-te bué”: 0.
O que torna o meu livro o romance do século, sem qualquer dúvida.
E como bónus, temos também uma equipa de SWAT a entrar pela casa do Dan adentro, o Raphael a bater as botas da avó da Chloe, a Chloe a embebedar-se em casa do Dan… isto antes dos SWAT, claro, o Kyros a adormecer encostado à porta de um motel, o Raphael a acabar com a namorada ao estilo Sebastian (“Cruel Intentions”, anyone?), a Angel a ser inútil, e o Reid a ser violentado (e não violado, ok?) pelo Raphael à porta da maison da Chloe.
E houve muita Chloe neste post, por amor de Kami, não me deixem ser convertida.
Filed under: nanowrimo09
Mais um NaNo no papo, NEXT!

Acabou. Foi lindo. Escrevi 28 dos 30 dias de Novembro e acabei há cerca de uma hora.
E resumindo e concluindo, a Lene Mary-Sue safou-se razoavelmente bem de todas a desventuras que a fiz passar. Derrotou quatro dos sete pecados mortais – orgulho, gula, luxúria e preguiça -, sobreviveu com metade da roupa rasgada e uma AK-47…. e chega!
O Skye, o vampiro de cabelo vermelho na mota preta, desaparecer aos 3k e não voltou, pelo que suponho que tenha sido raptado e vendido no mercado pela Sakura-doppelgänger.
Pois, a Sakura-doppelgänger. É só uma miúda ruiva e desajeitada vestida de ninja que caiu de uma árvore aos trambolhões durante a NaNoMeet #3. Ou era, porque agora revelou-se uma cabra caçadora de prémios que rapta demónios para vender como animais de estimação. *headwall*
O Lyle, incubi homossexual, bem… acho que morreu depois de tentar consumar a cena com a Lene.
A Suki, a minha pequena succubi, anda a flutuar algures entre os bons e os maus da fita, assim como o Xander, figura de cabeceira desta gente toda.
A Momoko caiu pelas escadas abaixo numa combate de tag team e desapareceu do mapa.
O resto de Tóquio continua deserto.
Tipo, é o pós-Apocalipse, o que é que esperavam?
Agora, tenho um par de horas antes de decidir se me atiro ao NaNoFiMo ou não, e tenciono ocupá-las a beber leite com chocolate por um copo de Martini.
Farewell, NaNo’s, e parabéns aos que chegaram ao fim! Aos outros todos, *deita a língua de fora* deixem lá que são tão fixes como nós.
HOLYFUDGINGHOORAY!
Filed under: outtakes
Porque estava na cama, ontem à noite, a ouvir os The Fray a cantar Heartless, e atingiu-me. Tipo, de repente. Tal como o Kyros e o Kolyan me vieram bater à porta de surpresa, agora foi a vez do Rapaz-Moreno-Sem-Nome.
É moreno, obviamente. Cabelo escuro, mas pele clara. Olhos cinzentos ou castanhos, um brinco. Fumador. Humano. Crente. Muito, muito crente. Membro de uma associação secreta, parte do Vaticano, cujo único objectivo é caçar Nephilim. Silencioso. Curioso.
Vejo aqui muitas, mas mesmo muitas possibilidades de mix-’n-matching com as meninas do grupo.
E é só.
Filed under: nanowrimo09
Olá.
É só mesmo para avisar a colectividade de que o NaNo vai optimamente bem, mas não tenho actualizado aqui porque o tenho feito no fórum. Also, a minha barrinha ali ao lado recusa-se a avançar cada vez que a actualizo, mas não é relevante. Estes 26k já ninguém me tira.
Mais coisas, mais coisas…
Ah! Agora sou uma escritora a sério! Tipo, o meu extaordinário curso permitiu-se aceder a um conhecimento milenar de grande importância com potencial para mudar a minha vida e a do resto do mundo.
Bastam 30 dias para criar um hábito, e isto é psicologia. Novembro tem 30 dias. Fazendo o NaNo em condições, são 1667 palavras todos os dias. Durante 30 dias. Hábito criado!
É o que tenho feito. Nem que sejam só 500 palavras, como foi o caso de ontem, recuso-me a ir dormir sem escrever. Tem resultado. Tão bem, que vou terminar o NaNoWrimo e saltar de cabeça no NaNoFiMo. Mas não com Parabates/Castles Of Cards, e sim com Point Ivybrook. Já passou um ano. Já marinei o suficiente. Vou escrever mais 30k de Dehisce, Deicide, Gallach e Deväen, e depois vou editar.
Vamos ver se também consigo dar umas voltinhas a Blue Velvet já que estou nisto. Ando cheia de ideias, e mesmo que o potencial de publicação seja nulo – ninguém quer saber da vida sexual de um menor toxicodependente gay -, escrever por escrever nunca fez mal a ninguém.
Depois, mais uma ideia brilhante. Chama-se Monstro. Inspirada no vídeo Bad Romance da Lady Gaga. Eu sei que soa estúpido, mas é perfeito, juro.
Agora, feliz 2ª Metade do NaNo!
Filed under: nanowrimo09

Fotografia de Alli Jiang, no Flickr.
Uh-huh, uh-huh, uh-huh, 10211, now suck it up.
Gostava de saber a quem estou a dirigir isto, mas nah, é mais giro assim. Estou histérica porque escrevi 1718 palavras e fluíram tão bem, mas tão bem, mas tão bem… que afinal até gosto da minha história!
Mas há-de ser sol de pouca dura, portanto fiquem com este excerto enquanto estou bem disposta.
Lene puxou da sua Glock num movimento fluido, apontou-a a Xander com apenas uma mão, a arma prateada, com o brilho de prata ou esmalte velho, a reflectir o sol amarelado ou alaranjado de forma capaz de cegar.
_Retira o que disseste, estupor.
A rapariga morena sorriu, levando a mão ao punho da sua katana. Abriu a boca, mas da sua boca não saiu qualquer som.
Era muda, apercebeu-se Lene, apenas quando Xander a olhou de lado como se compreendesse o que ela havia dito.
Depois, focou o olhar novamente em Lene, como se não se tivesse apercebido da presença dela até aí.
_Oh, não sabias, Lene? Vocês não são os únicos a trabalhar em próxima cumplicidade com habitantes vindos do outro lado.
Do Inferno, diz antes vindos do Inferno.
_Um de nós, um deles. É essa a regra dos Raiders, pensei que sabias. _estendeu o braço do lado da rapariga morena de cabelos compridos, que, agora que Lene olhava com mais atenção, tinha a compleição tipicamente porcelana de uma geisha, o mesmo olhar alongado de pálpebras esticadas, o mesmo olhar do mais puro negrume asiático. E os lábios pintados de vermelho em forma de coração.
Onde é que ela conseguira encontrar baton em tempos negros como aqueles, era um mistério.
Xander moveu levemente a sua mão, um movimento suave e quase imperceptível das pontas dos dedos a ondular levemente em frente à morena, a que ela baixou o olhar para a mão dele, depois ergueu-o novamente para os seus olhos, onde se entreolharam. Ela largou a katana com uma lentidão deliberada, juntou as mãos de dedos entrelaçados sob as mangas do kimono que tombaram qual cascata de seda para lhas tapar.
_Esta é a Suki. Uma succubi, suponho que saibas a que me refiro. _afastou o cabelo rebelde dos olhos, revelando a totalidade dos oito piercings pela sua fina cana do nariz abaixo, sinal inequívoco da indiferença à dor indispensável à sua ocupação enquanto Raider. _Não fala. E também não gosta de concorrência feminina.
E já que estou numa de partilha… curtam-me esta beleza, filmada no dia 25 de Novembro de 2008, portanto, durante o NaNo ’08!
E bem, seria porreiro sentir-me totes mais madura do que há um ano atrás, mas vendo isto, hell, é 100% Present Rafa Behavior… portanto, sim, pois, acho que sou um rochedo inamovível na escala de maturação.
ZOMFGFUCKYEAH!
Filed under: nanowrimo09
Bah, cheguei a um daqueles momentos em que a história bloqueou de tal forma que só posso mesmo procrastinar e mudar de POV.
Ah, e procrastinar um pouco mais, claro.
Quem discorda, que se acuse.
Filed under: nanowrimo09

Fotografia de Pit Van Meeffe, no Flickr.
Vamos fingir que… bem, que não tenho andado a ignorar basicamente tudo à minha volta, menos o NaNo. Ou seja, faculdade, passeios no Via, mais faculdade, casa, chic chat com a Marie Cherie, NaNo, jantar, post sobre o NaNo, estudo se me der na gana, cama.
Now rinse and repeat!
Não interessa. 5326 palavras e o Skye é mesmo um vampiro. Que treta. Da mesma forma, tive uma epifania a meio da noite e descobri que a minha história, que agora se chama Castles Of Cards, não estaria completa sem os sete pecados capitais. Portanto toca a investigar e a incorporar. Já temos vampiros, o apocalipse, pecados mortais, caçadeiras e shotguns galore, shmexo, os túneis do metro e… bem, e chega, para três dias. Ah, e também já temos antagonistas! Go me!
Também temos um padrão, porque me apercebi que este NaNo segue o mesmíssimo raciocínio do NaNo do ano passado. Poucas personagens, e todas freaky. Um universo distorcido, diferente do dito “normal”. Normas e valores completa e irremediavelmente inexistentes. Pouca movimentação espacial, e ainda menos duração temporal.
Senhora e senhores, vou escrever uma trilogia totalmente irrelacionada e chamar-lhe Distópicos Quartos Fechados. Agora tirem as vossa conclusões, porque eu ainda tenho de trabalhar para Ciências do Comportamento Desviante.
