Apetece-me partilhar algo com vocês. Mais Blue Velvet.
Portanto, o Nigel é um pedrado do pior e o V é o seu super atencioso namorado que fez um contrato com ele, que consiste em, basicamente, o Nigel não tomar/snifar/injectar o que quer que seja sem a presença e consentimento dele. Fixe, não? Vamos ver como é que se lida com isso a meio de uma viagem de carro de 24 horas pelo meio dos States, às tantas da noite.
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Esta noite, tive um péssimo sonho acerca de… bem, romantiquices, e acordei muitíssimo mal disposta com um peso não identificável no peito-barra-estômago. Eu sei, anatomia, who cares? Afinal era só desilusão por não ter passado de um sonho.
O que nos leva ao post de hoje, um mini episódio escrito num momento de carência sentimental. O POV é do Vergil, e isso justifica o facto de nada disto ter chegado à obra final. Blue Velvet é inteiramente contado pelo Nigel, portanto uma quebra de narrador seria a morte do artista.
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